Período antes da Copa e das Olimpíadas ainda deve garantir tarifas e serviços em conta.

O ano de 2013 é ideal para visitar o Rio de Janeiro antes que os preços subam devido à Copa de 2014 e à Olimpíada de 2016, recomenda o famoso guia Lonely Planet, que divulgou nesta terça-feira sua lista com sugestões dos melhores destinos turísticos para o ano que vem.

O Rio ocupa o topo do ranking na categoria “best value” – melhor ‘custo benefício’ -, ainda considerado adequado para quem viaja com um orçamento apertado. “Se você tem planos para visitar as praias e os simbólicos pontos turísticos do Rio, este (2013) pode ser o ano para isso”, diz um trecho do guia.

“Depois, os grandes eventos chegarão rápido, trazendo desenvolvimento, crescimento em infraestrutura e, em muitos casos, preços mais altos aos visitantes. Venha agora e veja uma cidade em processo de aperfeiçoamento para receber o mundo, mas antes que os custos aumentem”, acrescenta a resenha.

Na mesma categoria ‘custo benefício’, o Rio de Janeiro é seguido pelos seguintes destinos turísticos: Gotemburgo, na Suécia, Namíbia, Camboja, Bolívia, Portland, no Estado americano do Oregon, Espanha, Eslovênia, Nepal e Geórgia.

O guia também destaca o Sri Lanka como o melhor país para se visitar em 2013; São Francisco, nos EUA, foi eleita a melhor cidade. O Brasil é ainda mencionado no ranking de melhores cidades planejadas, com Brasília.

As listas fazem parte da edição Best in Travel 2013, que enumera, em ordem de importância, os dez países, regiões e cidades para serem visitados no ano que vem. O guia também inclui outros rankings com sugestões de viagens, como os melhores destinos nas categorias “cuidado com a saúde” e “lugares onde se pode testar coisas novas”.

Cidades

São Francisco, descrita como “a queridinha da costa oeste dos EUA”, foi escolhida como a melhor cidade para se visitar em 2013 por suas “famosas montanhas”, “terremotos” e “sua inclinação pela política liberal”. O guia acrescenta que a cidade continua a atrair gente de “todo tipo”, “abraçando efusivamente todos os recém-chegados no coração de sua mistura cultural”.

Na lista das melhores cidades para se visitar no ano que vem, chama atenção também a presença de Addis Abeba, capital da Etiópia, em nono lugar, a única da África. Segundo o guia, “a cidade está evoluindo em um ritmo rápido, semelhante a de um maratonista etíope”. “Fundada há pouco mais de um século, Addis Abeba, que em amárico significa “Nova Flor”, não é apenas a capital diplomática da África como uma metrópole próspera”, acrescenta a resenha.

Países 

No ranking dos países, a primeira posição foi ocupada pelo Sri Lanka. Segundo o guia, “após um tsunami devastador e uma guerra civil que durou de 1983 a 2009, o país está se reerguendo ao apostar na indústria do turismo, e o número de turistas vem crescendo desde então”, disse o guia.

A pequena ilha no Oceano Índico é seguida de perto por Montenegro, na Europa Oriental, onde, segundo a resenha, “a natureza é prolífica e criativa”, produzindo “paisagens icônicas como a Baía de Kotor e as populares praias ao longo de sua riviera”. O guia também relembra ao viajante que vista o país de “levar um par de botas de escalada junto com um traje de banho”.

Coreia do Sul, Equador, Eslováquia, Ilhas Salomão, Islândia, Turquia, República Dominicana e Madagascar completam a lista.

Fonte: Turismo IG

Não é apenas no Brasil: Espanha e Itália têm carnavais conhecidos no mundo todo.

 

Em qualquer parte do mundo, revelar que é brasileiro é quase sempre sinônimo de ouvir perguntas sobre o carnaval e o samba. Estereótipos à parte, a festa no Brasil, sobretudo no Rio de Janeiro, é mesmo mundialmente conhecida. Mas ela não é a única. Em muitos outros países a comemoração do carnaval tem tradição centenária e atrai turistas de todas as partes. Espanha, Itália, e Estados Unidos estão entre os países com célebres farras de carnaval. Veja como o carnaval é comemorado em oito cidades do mundo.

O Carnaval em Nova Orleans, chamado de Mardi Gras, está entre as festas mais conhecidas do mundo. Ela se baseia em tradições europeias, mas tem uma forte marca multicultural com raízes africanas e caribenhas. A data do Mardi Gras é determinada de acordo com o calendário cristão. Mardi Gras é o dia antes de quarta-feira de cinzas, dia que é iniciada a Quaresma. Em Nova Orleans, o término do carnaval fecha também a temporada de danças e desfiles que começam no dia seis de janeiro. Desde essa data é possível ver carros alegóricos e danças de máscaras, que ganham as ruas até o fim do carnaval.

Carnaval de Nice, na França, está entre os maiores do mundo, junto com o do Rio de Janeiro e o de Veneza. Ele atrai mais de um milhão de visitantes à cidade durante 15 dias de festa. Os espetáculos, com gigantes carros alegóricos decorados acontecem na Praça Masséna, no centro da cidade. Nos desfiles, participam mais de mil músicos e dançarinos do mundo todo.

O Carnaval de Barranquilha, na Colômbia foi nomeado Obra Maestro de Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela UNESCO. A festa combina elementos culturais europeus, africanos e indígenas. As festividades católicas trazidas pelos conquistadores espanhóis do velho mundo se misturam com cerimônias aborígenes e com a herança musical dos escravos africanos. O carnaval de Barranquilha começa quatro dias antes da quarta-feira de cinzas, alcançando seu clímax no sábado, durante a Batalha de Flores, tradição da festa local desde o início do século XX.

Carnaval de Santa Cruz de Tenerife, na Espanha, é o segundo mais popular do mundo, perdendo apenas para o do Rio de Janeiro. Ele recebe, junto com a festa em Cádiz, também na Espanha, a máxima atenção para festas por parte do Ministério de Turismo da Espanha. A festa tem duas partes: a festa oficial e a de rua. Na primeira, mais de 100 grupos com cerca de 50 componentes cada um desfilam com fantasias e apresentam músicas. O carnaval na rua tem a participação dos próprios cidadãos na festa. Milhares de pessoas participam da celebração dançando ao som de orquestras locais com ritmos caribenhos e musica eletrônica.

Todo ano cerca de três milhões de turistas vão à cidade italiana de Veneza para participar da tradicional festa de Carnaval, que neste caso, dura 10 dias. Os foliões se fantasiam e saem à rua para passear e fotografar os desfiles. As fantasias geralmente são vestimentas de época do século XVII veneziano. Durante as noites, há festas com danças em salões e desfiles pela cidade. Durante os dias que duram as celebrações, artesãos montam suas tendas na Praça de São Mauricio para fabricar e vender as máscaras típicas da festa veneziana.

Carnaval de Laza, na Espanha, tem como marca registrada os personagens típicos. Dentre eles, o principal é o peliqueiro, folião que usa a máscara típica da festa. No domingo de Carnaval eles vão às ruas e andam como símbolos de poder absoluto na festa. O peliqueiro não fala, apenas caminha aos pulos e dança o tempo todo. O público não pode tocar neles, pois pode receber uma chicotada, embora tenha o direito de atrapalhá-los durante todo o percurso. Na manhã da segunda-feira ocorre a “farrapada”, batalha entre os vizinhos do povoado. Na terça-feira à tarde os foliões leem o Testamento do Burro, no qual são recitados versos com críticas aos acontecimentos mais relevantes do ano.

A cada ano, durante uma semana, as ruas da cidade espanhola de Cádiz ganham um colorido fora do comum. Milhares de visitantes do mundo todo visitam a região durante o Carnaval. A festa começa na quinta-feira e dura 10 dias, podendo se estender por mais tempo, por causa dos concursos oficiais que acontecem, no qual competem grupos de cantores.

A cidade de Sitges, na província de Barcelona, na Espanha, tem um carnaval capaz de competir entre os maiores do mundo. A festa anual reúne mais de 300.000 pessoas. A cidade é conhecida historicamente por ter se tornado um refugio contra a intolerância e a censura da época do governo do ditador Francisco Franco. Por isso, Sitges se tornou um dos principais destinos no carnaval para a comunidade gay. Os festivais duram quatro dias e envolvem desfiles de carros alegóricos e fantasias, além de um espetáculo de fogos de artifício. Na quarta-feira de cinzas, num final fora do comum, uma estatua em forma de sardinha é enterrada na praia.

Fonte: Viaje Aqui

Iêmen tem cidade com arranha-céus de argila.

Quem se encanta com as torres cada vez mais altas das metrópoles modernas, e acha que a ideia de concentrar centenas de prédios numa mesma região nasceu no século 20, precisa conhecer Shibam, no Iêmen. O país árabe esconde, no meio do deserto de Ramlat al-Sab’atayn, os arranha-céus mais antigos do mundo, construídos no século 16 – muito antes de Nova York sonhar em ser a selva de pedra que é hoje.

A partir de uma mistura de argila, barro, areia e água, os habitantes do deserto ergueram cerca de 500 prédios dentro dos muros de Shibam, conhecida como a “Manhattan do deserto”. A cidade árabe é um dos primeiros exemplos de verticalização e planejamento urbanístico, reconhecida como patrimônio histórico da Unesco, órgão da ONU.

Monstruosas à época, as estruturas foram construídas como defesa da população de ataques de tribos nômades, em especial dos beduínos. Os prédios altos abrigavam entre dois ou três apartamentos apenas, porque sua função principal era a de torres de observação. Os moradores da cidade avistavam a chegada dos inimigos ao longe, e alertavam o povoado para o contra-ataque.

Fonte: Casa Vogue

Boas maneiras e pequenas brincadeiras são essenciais para uma viagem tranquila para você e para os outros passageiros.

Quem já voou ao lado de um bebê chorando ou com um pequeno chutando sua cadeira sabe que uma adorável criança pode se tornar facilmente um ser indesejado, principalmente quando confinado dentro de um espaço reduzido. Mesmo saindo de férias, cabe aos pais monitorar o comportamento dos filhos no avião, ônibus, hotel ou restaurante.

Segundo a consultora de etiqueta Ligia Marques, é possível educar os filhos de modo a não incomodarem os demais passageiros e não deixarem de ser crianças. “Sou mãe de quatro filhos e nunca tive problemas de crianças correndo de um lado para o outro ou subindo em cima do banco”, afirma.

“Levá-las a praticar boas maneiras é um trabalho do dia a dia. Não adianta querer que se comportem quando nunca foram estimuladas a isso.”

Quando a criança chorar, os pais devem buscar entender o motivo e tentar contornar o problema, como explica a consultora. Para distrair crianças entediadas com a viagem longa, uma dica é levar brinquedos e doces ou ainda optar por voos noturnos, para que possam dormir. “Se for pura manha, a culpa é dos pais que deixaram chegar a esse ponto, não impondo limites”, diz Ligia.

Mesma opinião tem a consultora de etiqueta e comissária de bordo por 25 anos, Sofia Rossi. “Já vi criança engatinhando sozinha pelo corredor do avião ou irmãos brigando sem os pais interferirem. Mas também não adianta chamar a atenção na hora. Lugar de educar criança é em casa”, explica Sofia.

Dado o recado, confira as dicas de boas maneiras das consultoras Sofia Rossi e Ligia Marques para uma viagem tranquila com seus filhos, para você e todos os outros viajantes.

1. Se for viajar de avião, converse com a criança antes de embarcar. Explique que ela entrará em um local com regras a serem seguidas. Deixe claro que, se fizerem barulho, correria e bagunça, irá incomodar os outros passageiros.

2. Para tranquilizar o seu filho durante a viagem, não se esqueça de levar o cobertor ou o bicho de pelúcia favorito dele.

3. Se a viagem for longa, procure um voo noturno para que eles possam dormir a maior parte do tempo.

4. Aparelhos eletrônicos com som, como iPods, videogames portáteis e laptops, devem ser usados com fones de ouvido para não incomodar os passageiros ao lado.

5. Procure reservar um assento próximo à janela para distrair as crianças. Só fique atento para que a criança não abra e feche a janela o tempo todo, incomodando os demais passageiros com a luz solar.

6. Se tiver filhos pequenos, leve um copo com tampa para bebidas no avião, evitando assim derramamento de líquidos.

7. O passageiro que se sentir incomodado com uma criança deve avisar o comissário de bordo. O profissional poderá chamar a atenção da mãe discretamente se for o caso ou ainda trocá-lo de lugar caso haja assentos vagos.

8. Criança não é bagagem, por isso nada de colocar os filhos no carrinho de malas no aeroporto.

9. Fique atento para a criança não chutar o assento da frente ou ficar brincando com a mesinha.

10. Acompanhe os filhos pequenos ao banheiro, para que elas não fiquem brincando lá dentro.

11. Além do casaco para o frio do ar-condicionado, leve uma roupinha extra para caso a criança se sujar a bordo.

Distraindo os pimpolhos

Como viagens longas são sinônimo de crianças irrequietas, é preciso distrair os pequenos. A franco-brasileira de 39 anos, Sut-Mie Guibert, autora do blog Viajando com Pimpolhos, tem experiência no assunto. Sua filha Clara, de quatro anos, viaja com ela e o marido desde os três meses de idade, e Nina, de apenas três meses, já pegou um voo para a Bolívia, onde a família reside atualmente.

Com Clara, já viajou para várias praias do Brasil, além de Paris, Portugal, Marrocos, Grécia. Seu segredo para crianças bem-humoradas no avião é tornar a experiência divertida.

“Se o voo tem pouco tempo, até quatro horas, nós brincamos ou vemos DVD. Se tiver mais horas, prefiro voo noturno, no qual a criança brinca um pouco e depois dorme.”

Canetas e lápis de cor e o brinquedo preferido da criança são essenciais para levar na viagem. Vale comprar também algum livro para colorir ou brinquedinho novo para empolgar os pequenos. Lanchinhos como biscoito e chocolate também são bem-vindos. A blogueira também não abre mão do aparelho de DVD portátil tanto para o carro, como para o avião e restaurante.

“Colocar um filme ou desenho animado é paz assegurada por pelo menos meia hora, dependendo da idade.”

Na hora de escolher o destino, o importante é pensar em um lugar que agrade ao casal e aos filhos. “Pensamos em um lugar que gostamos de ir e pesquiso o que existe para crianças no local. Sempre procuro hotéis com estrutura para crianças, restaurantes kids friendly, programas adaptados, museus interessantes. O fato de ter um parquinho ou uma piscina no hotel sempre ajuda.”

Fonte: Turismo IG

Etretat, França: situado na região da Normandia, no norte do litoral atlântico da França, o vilarejo de Etretat é conhecido por seus imponentes penhascos que se encontram com o oceano. A 40 metros da praia da cidade, os penhascos brancos cobertos de vegetação têm o auge beleza em seus arcos brancos.

Grand Canyon, Estados Unidos: grande desfiladeiro formado pelo rio Colorado, o Grand Canyon é uma das maiores maravilhas naturais do planeta. Localizado no estado americano do Arizona, o cânion encontra-se protegido dentro de um parque nacional de 5 mil km², com muitas belezas geológicas a serem descobertas em trilhas e excursões.

Cânion de Cotahuasi, Peru: próximo à cidade peruana de Arequipa e ao também impressionante Cânion do Colca, o Cânion de Cotahuasi é considerado o mais profundo do planeta, com uma marca que atinge os 3.535 metros. Este cânion é um excelente lugar para trilhas e excursões, avistando animais como belo côndor dos Andes.

Penhascos de Kalaupapa, Havaí: a uma curta distância do vilarejo homônimo da ilha havaiana de Molokai, os penhascos de Kalaupapa são considerados os maiores penhascos marinhos do mundo, atingindo uma altura de mais de 600 metros. O visual dos penhascos encontrando o Pacífico forma uma das mais belas paisagens todo o Havaí.

Acantilados de los Gigantes, Espanha: enormes paredões verticais da costa oeste da ilha espanhola de Tenerife, os Acantilados de los Gigantes atingem alturas de até 500 metros. Em meio de uma pequena baía encontra-se o porto de Los Gigantes, com um porto desde o qual partem excursões para ver de perto a imensidão destes penhascos que são os maiores das Ilhas Canárias.

Cânion de Yarlung Tsangpo, China: localizado no extremo oeste da cordilheira do Himalaia, na região do Tibete, o Cânion de Yarlung se estende numa distância de mais de 240 km, o que faz dele um dos maiores do mundo. As paisagens do cânion encantam os visitantes, com muito espaço para trekking e rafting pelas águas do rio Yarlung Tsangpo em meio a uma bela natureza preservada.

Fonte: Terra

Desafiando toda a tecnologia já conhecida, e ainda por conhecer pelo público, há ruínas misteriosas e antigas em todo o mundo que permanecem uma incógnita. Lugares históricos sempre fascinam, e quando estão dominados por perguntas misteriosas, realmente seduzem.

 

Macchu Picchu – Peru

Essas ruínas da Civilização Inca estão entre as 7 Maravilhas do Mundo. É também um dos destinos mais populares em todo o planeta. Ninguém consegue explicar como foram feitas.

 

Babilônia – Iraque

Localizado a 90 km, ao sul de Bagdá, capital do Iraque, a tradução de Babilônia é “Porta de Deus”. Quem nunca ouviu falar nos Jardins Suspensos da Babilônia? Essa cidade bíblica foi destruída em 322 a.C., e segundo reza a tradição, o local é amaldiçoado, biblicamente, a jamais ser reerguido, por toda a eternidade. Saddan Hussein tentou quebrar a crença, mas não conseguiu.

 

Palenque – México

Palenque faz parte o tesouro arqueológico dos Maias (os do fim do mundo em 2012). Suas ruínas datam de 226 a.C. Um dos fatores mais intrigantes acerca de Palenque é a descoberta de uma escultura, que muitos juram, pode ser definida como uma nave própria para viagens espaciais. Ninguém prova o contrário, mas também, nem que realmente seja.

 

Tikal – Guatemala

Também pertencente ao Império Maia, Tikal faz parte da era pré-colombiana. Trata-se de uma das cidades mais importantes da cultura Maia, e até hoje deixa perplexos a turistas e estudiosos. Apesar da arquitetura realmente monumental, as comprovações científicas realizadas defendem que aquele povo jamais conheceu a roda, não tinha qualquer domínio da metalurgia, e que sequer tinham ferramentas.

 

Palmyra – Síria

Diz a história que Palmyra chegou a ter 100 mil habitantes em sua época dourada. Eis aí o fato intrigante: o que fazia uma cidade de tais proporções em pleno deserto? Conhecida como a “noiva do deserto”, atingiu seu auge há cerca de 2 mil anos. E como é que nesta altura tantas pessoas eram alimentadas, ou como tinham acesso à água? Mistério…

 

Fonte: Nosso Rumo

Tão antiga quanto a própria humanidade e tão intensa como os sentimentos impregnados em seus desenhos, a prática de tatuar é uma arte milenar. Apesar dos dogmas religiosos ocidentais, a cultura de marcar o corpo se espalha cada vez mais. Desde o Egito antigo ao paraíso recentemente colonizado da Nova Zelândia, a técnica era usada para reverenciar deuses e vista como símbolo de status dentro da tribo. Percorrendo as linhas de tinta que cruzaram culturalmente as peles taitianas, japonesas, indianas, e africanas; dos índios americanos aos esquimós, Charles Darwin afirmou que nenhuma nação desconhece a arte da tatuagem. Perseguida por papas e estereotipada nos braços de piratas e presidiários, a história das tattoos carrega uma intensa cultura.

Tatuagens

Estudos arqueológicos indicam que os primeiros sinais de tatuagem datam de 5300 anos atrás. A famosa múmia do Homem do Gelo, descoberta em 1991 na região dos Alpes, carrega em seu corpo traços feitos com linhas azuladas. Múmias do sexo feminino datadas de 2160 a.C. apresentam pequenas escrituras na região abdominal, que significariam rituais de fertilidade.

Os nômades do norte faziam tatuagens para registrar sua própria história, seu passado e suas crenças em seus constantes deslocamentos, a prática se estendeu pelos cinco continentes e passou a ser usada em rituais religiosos, marcação de prisioneiros, escravos, identificação social, ornamentação e – pasmem- camuflagem.

Aqui nas bandas do ocidente, a religião cristã condenou seu uso no século 8, já que o Antigo Testamento afirma: “Não façais incisões no corpo por causa de um defunto e não façais tatuagem”. Só no ano de 1769 a arte saiu da margem do pecado e foi redescoberta pelo navegador inglês James Cook, em uma de suas viagens à Polinésia. Foi James quem deu a tatuagem o nome que conhecemos hoje; tattoo. Quando ele pisou no arquipélago, reparou que os nativos pintavam seus corpos e traçavam desenhos permanentes na pele, o barulho feito pelos instrumentos rústicos cravando a tinta ao corpo fez com que os nativos chamassem o processo de tatau.

Em 1981, Samuel O’Reilly desenvolveu um aparelho elétrico para fazer tatuagens (antes eram usados objetos que variavam entre bambu, ossos, pedras, dentes de animais e etc) inspirado em um outro projeto bem parecido patenteado pelo próprio Thomas Edison. Depois disso foi só esperar a moda marcar. Durante a segunda guerra mundial marinheiros e soldados tatuavam o nome ou algum símbolo que representasse seus amores distantes. No final do século XX a arte generalizou e é, desde então, uma moda nada passageira e definitivamente duradoura.

 

Egito

Em 1891 os arqueólogos descobriram os restos mumificados de Amunet, uma sacerdotisa da deusa Hathor, nas proximidades do Rio Nilo. Os estudos constataram que ela viveu entre o século 2160 a.C. e 1994 a.C., e em seu corpo estavam desenhadas várias linhas e pontos na região das pernas, colo e braços. Os traços formavam um agrupamento de pontos em padrões geométricos abstratos, associados à rituais de fertilidade. A técnica consistia em inserir um pouco de tinta à base de vegetais logo abaixo da derme, usando uma afiada haste de osso. Antropologicamente falando, é possível que os egípcios tenham sido os responsáveis por difundir a prática da tatuagem ao redor mundo.

 

Japão

A história da tatuagem no Japão é ambígua e bastante irônica. Na época feudal as tatuagens eram usadas como forma de punição, ser tatuado para os antigos japoneses era uma marca negativa eterna em seus corpos. Um simples traço no braço era considerado pior que a morte. Tempos depois, na tenebrosa Era Tokugawa, a repressão era tão intensa que ser considerado um criminoso era sinônimo de resistência, a tatuagem entrou no pacote e se tornou indispensável no corpo daqueles que queriam protestar. Quando surgiu a Yakuza, famosa máfia japonesa, a tatuagem foi usada como sinal de lealdade e sacrifício à organização e estava presente no corpo de todos os membros, o principal desenho é um dragão que cobre as costas e abraça o corpo inteiro.

 

Índia

Entre os países com tradição milenar na arte de se expressar com tinta na pele, a Índia se destaca. O país foi o primeiro a desenvolver a técnica mehndi, conhecida por nós como a tatuagem de henna feita na praia. Lógico, a versão original lá da Índia não tem nem comparação com a adaptação brasileira, mas o produto é o mesmo, um pigmento natural de henna. Os desenhos duram no máximo uma semana, e sua importância cultural é extremamente antropológica, já que a pintura é usada em ocasiões especiais. O ritual de casamento só é completo se a noiva receber o desenho nas mãos e nos braços. Quando a moça vai se casar, a família chama um astrólogo para determinar as possíveis dificuldades futuras em seu casamento, a partir daí ele escolhe o melhor desenho para tatuá-la e guiar as boas energias dos deuses.

 

África

Como a tatuagem comum com traços mais elaborados não é tão comum entre os povos de pele mais escura, as tribos africanas cultivaram a prática da scarification (escarificação). Como o nome já sugere, a técnica provém de cicatrizes e não de uma tinta impregnada na pele. Os cortes são feitos por grande parte da extensão do corpo, e alguns povos chegam a utilizar o método com fins terapêuticos, para introduzir medicamentos diretamente no organismo. A prática é muito comum em ritos de passagem, como no Sudão, onde as mulheres são submetidas a três processos de escarificação: O primeiro aos 10 anos de idade, quando elas marcam a região torácica com pequenos cortes. O segundo na primeira menstruação, quando os cortes são feitos nos seios e, após a gestação, elas são marcadas nos braços, pernas e nas costas.

 

Estados Unidos

Antes do Miami ink e das tatuagens hollywoodianas, a tribo Sioux (também conhecida como Dakota) ocupava a região centro-norte dos Estados Unidos. Para eles, tatuar o corpo servia como uma expressão religiosa e mágica. Sua mitologia dizia que após a morte, um de seus deuses aguardava a chegada das almas e exigia ver as tatuagens dos índios para permitir que eles entrassem no paraíso.

Fonte: Adoro Viagem

 

Exposição em Curitiba

No dia 29 de setembro a Incorpore Arte Tattoo Convention realiza uma exposição inédita no salão do Museu Oscar Niemeyer. O evento reunirá tatuadores, artistas da capital e Região Metropolitana. Com o objetivo de promover a arte milenar da tatuagem, os participantes receberam um corpo em MDF, conhecido como “Body Suit” para expressarem sua arte em temas livres. A exposição é gratuita. Para mais informações, acesse o site da Incorpore Arte Tattoo Convention.

A Turismo Week, organizada pela agência BTG Viagens, coloca a sua disposição entre os dias 24 e 30 de setembro vários imperdíveis pacotes para diversos destinos nacionais e internacionais. Com descontos de até 50% e embarques até dezembro, a Turismo Week é a maior promoção de pacotes turísticos do país.

Entre as inúmeras opções oferecidas pela agência, você com certeza encontrará uma que combina com você. São pacotes para lugares do norte ao sul do Brasil, América do Sul, Europa e vários outros destinos que merecem a sua visita.

Confira os detalhes dessa imperdível promoção que a BTG Viagens disponibiliza a você durante essa semana e reserve já sua viagem!

Para conhecer todos os pacotes, acesse o site da BTG Viagens.

Conheça bizarras competições realizadas ao redor do mundo. Em alguns lugares, algumas são tão tradicionais como o futebol no Brasil.

Campeonato Mundial de Tiro de Ervilha

Na aldeia de Witcham, Reino Unido, ocorre este inusitado campeonato. Utilizando as mais variadas formas de armas, os competidores lançam as ervilhas em direção a um alvo de massa macio. O evento começou em uma feira de vila em 1971 e se aperfeiçoa a cada ano. Atualmente, os participantes estão utilizando armas com mira laser e até uma espécie de metralhadora de ervilhas.

 

Campeonato Mundial de Carregamento de Esposas

Realizado desde o século 19 na cidade de Sonkajÿrvi, na Finlândia, a prova exige que os participantes carreguem suas esposas por um trajeto de 250 metros com obstáculos. O primeiro participante a cruzar a linha de chegada carregando a esposa da maneira que julgar mais confortável é declarado vencedor. O prêmio é o peso da mulher em cerveja.

 

Boxe-xadrez

Nessa competição, os jogadores realizam seis lances de xadrez intercalados com cinco rounds no ringue. Para ganhar, o participante deve aplicar um xeque-mate ou um nocaute no adversário. Se não houver um vencedor até o fim da competição, a decisão de quem vence é dada pelo árbitro. Caso um dos competidores demore muito para fazer sua jogada, pode ser que ele esteja grogue em decorrência dos golpes e é considerado perdedor.

 

Corrida do Queijo

Realizado todo dia 22 de maio em Cooper’s Hill, na Inglaterra, evento centenário reúne pessoas do mundo todo. Do alto da colina são lançados sucessivos queijos de Gloucester e os participantes precisam descer o monte correndo para os alcançarem. A primeira pessoa a cruzar a linha de chegada ganha o queijo. São frequentes os casos de fraturas ósseas e concussões entre os concorrentes.

 

Pedra-Papel-Tesoura

Também conhecido como jan-ken-pon ou jakenpô, tem até liga profissional nos Estados Unidos. O primeiro campeonato da liga ocorreu em abril de 2006 em Las Vegas. A final foi transmitida pela TV, e o vencedor ganhou US$ 50 mil. As regras são mundialmente conhecidas entre adultos e crianças. Resumindo: é uma espécie de dois-ou-um com três opções – a tesoura corta o papel, o papel embrulha a pedra, a pedra quebra a tesoura.

Que roupa levar? Quais documentos são necessários? As bebidas estão inclusas? Essas e outras dúvidas frequentes respondidas.

1. O que é essencial?

Além da documentação e do voucher da viagem, cartão de crédito, dinheiro e um relógio. As despesas extras são pagas com cartão ou dinheiro (veja com a companhia a moeda aceita e o valor do depósito na chegada). Ficar de olho na hora é importante para participar das atividades a bordo e, especialmente, para não perder a partida do navio. Ele não espera os atrasadinhos, então, a pontualidade é essencial.

2. Que roupa levar? E que mala?

De dia, prefira roupas leves e use sandálias ou tênis. Use trajes de banho só na área da piscina. Para a noite, vale uma produção, sem exageros. Guarde a roupa mais caprichada para o jantar com o comandante. Dê preferência a malas pequenas ou médias porque as cabines são pequenas. Lembre-se de identificar a bagagem para o embarque. Medicamentos e objetos de valor devem estar na bagagem de mão.

 

3. Quanto se gasta com internet? E com tratamentos?

Por uma hora de conexão sem fio, paga-se US$ 15 na Costa ou US$ 35 na Royal. Já o uso da sauna é gratuito no Splendour, da Royal, e no Fortuna, da Costa. O MSC Aurea SPA está em toda a frota da armadora, com massagens, banhos e tratamentos. Por US$ 130, compra-se um pacote com uma massagem balinesa de meia hora e um tratamento facial também de meia hora. Na Pullmantur, há depilação desde US$ 6 e a hidratação capilar custa US$ 10.

 

4. As bebidas estão incluídas? 

Os navios da Pullmantur funcionam em sistema all-inclusive, com comida e bebida incluídas a qualquer hora e em todos os ambientes dos navios. Os pacotes da Ibero já dão direito a bebida à vontade durante as refeições – o que for pedido fora desses horários é cobrado. Nas outras companhias, as bebidas são pagas à parte. Refrigerante ou cerveja nacional custa US$ 2,50 nos navios da Costa, por exemplo. Mas as empresas montam pacotes. O Costa Inclusive sai a US$ 23,75 por dia e inclui uma seleção de bebidas, servidas no copo (entre elas, cerveja, vinho e drinques). A MSC tem opções para água, refrigerante, cerveja ou vinho. O pacote Classic, por exemplo, a US$ 76, inclui quatro garrafas de tinto (750 ml) e sete garrafas de água (500 ml). Na Royal, refrigerante à vontade sai por R$ 8,20 ao dia para menores de 18 anos e R$ 12,30 para os demais.

5. Quanto custam taxas portuárias e gorjeta?

Esses gastos são calculados por pessoa e por dia de cruzeiro. No caso das taxas portuárias, o valor varia de acordo com a duração da viagem, com as paradas incluídas e com a data do roteiro. Por exemplo, em um cruzeiro de seis noites no MSC Orchestra, saindo do Rio, pode custar US$ 165 (criança a US$ 129). Para gorjetas, a Ibero e a Costa cobram US$ 10 por dia para maiores de 14 anos (US$ 5 para os demais). A Royal cobra US$ 18,90 por dia, por pessoa, de taxa de serviço. Em média, na Pullmantur, o passageiro paga por dia R$ 57 de taxa portuária e R$ 24 de gorjeta.

 

6. Dá para conhecer os destinos?

Como o tempo em terra é curto, tem-se apenas um aperitivo do lugar. Caso já conheça o destino, invista num programa diferente, como visitar um centro cultural ou almoçar num restaurante novo. Se for a primeira vez na cidade, aposte nos principais pontos. Dá para se aventurar por conta própria ou comprar uma das excursões oferecidas nas paradas. Gostou do destino? Volte depois para se aprofundar.

 

Fonte: IG